Terça-feira, 4 de Dezembro de 2007

Ensino em Portugal

 

 

Hoje surgiram, nos meios de comunicação social, dois títulos, relacionados com o Ensino em Portugal, que reflectem o estado do nosso país e das políticas dos nossos governantes:   

OCDE: alunos portugueses com conhecimentos abaixo da média

Mais de 300 professores e funcionários agredidos

 

Continua-se a privilegiar o facilitismo. Continua-se a criar cursos especiais, para alunos especiais (leia-se alunos indisciplinados), com benefícios especiais (subsídio por cada dia que frequentam o curso), cujo único objectivo é dar a escolaridade obrigatória a todo o custo a estes alunos.

 

 

Edu

 

sinto-me: preocupado
Terça-feira, 16 de Janeiro de 2007

Educação

  

A notícia do dia é a nova proposta do governo para a educação (é sempre a inovar(!!!) para poupar).  O Governo pretende que os alunos tenham um professor único até ao sexto ano, capaz de, com a ajuda de outros docentes especializados, leccionar todas as áreas básicas.

Para se adaptarem a este novo regime, os docentes deverão passar por um mestrado de ensino específico. Posteriormente, um único professor poderá leccionar português, matemática, ciências da natureza, história, geografia e expressões.

Segundo o secretário de Estado da Educação, Valter Lemos, uma das principais situações a evitar é a transição brusca de um para dez professores que se verifica do quarto para o quinto ano.

Ou seja, o que se pretende é que os alunos estejam na escola com uma pessoa a tomar conta delas.

Qualidade do ensino?! Pretende-se é a quantidade!!!

Os pais que tenham a preocupação de dar uma qualidade de ensino terão, obviamente, de escolher o ensino privado.

 

Acho um óptima medida (?!?!?!)! Vamos alargá-la a outras áreas:  

Por exemplo:

Um aluno que entre para a Universidade pode ter apenas 1 professor para todas as cadeiras ao longo do curso. Assim já não sentiam tanto a diferença da transição brusca (que o nosso secretário de estado descreve) entre o secundário e o ensino superior.

 

Os nossos hospitais poderiam ter apenas médicos de medicina geral (eles também têm uma noção básica sobre todas as outras especialidades).

 

O nosso governo poderia ser reduzido apenas a um ministério, o das finanças, já que todas as decisões deste governo têm um único objectivo: poupar a todo o custo.

 

Edu

sinto-me:
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publicado por netoscity às 16:15
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