Domingo, 5 de Novembro de 2006

O apalpão!?

Quem nunca viu um jogo de futebol onde um colega da mesma equipa dá uma palmadinha no rabo a outro!?

Toda a gente já viu e toda a gente gosta de tecer o seu comentário acerca deste gesto.

Pois amigos. Aquele gesto vai para além da vossa compreensão. Quem já jogou a bola e recebeu aquele mero toque nos glúteos, percebe que aquilo não passa de um incentivo ou porque o falhou um golo, ou porque fez uma boa jogada ou outra situação qualquer. Nada mais do que isso. Um mero incentivo para continuar.

Mas não! Vocês insistem que aquele gesto tem algo mais do que este significado. Porque? Acho que é porque vocês nunca o sentiram.

Mas este gesto fez-me lembrar outro, um mais profundo. O apalpão.

Quem nunca sentiu?

Quem nunca deu?

Quem nunca recebeu?

No geral, o apalpão é considerado um comportamento condenável sob todos os pontos de vista mas não será isto um mito urbano? Um fantasma na cabeça das pessoas que talvez nos diga mais acerca dos seus desejos recalcados do que dar conta de uma realidade mais palpável (ups), generalizável!?

Porque não ver o apalpão como uma técnica de sedução? Bem, este não vem nos manuais dos actos cívicos pelo que um apalpão dado no momento errado pode dar direito a uma bofetada na cara.

Isto fez-me recordar o tempo em que andava no ciclo onde o condutor do autocarro que nos transportava para casa, de noite, apagava as luzes de propósito e lá iam as mãozitas marotas à procura de algo a que se agarrar! De repente ligava as luzes e éramos apanhados com a mão na botija. Depois, corriam lambadas por aqueles que tinham sido apanhados e também por aqueles que não tinha realizado aquele movimento. Coitados. Mas valia ter um pássaro na mão, do que uma bofetada no carão!!

Mas pensemos bem. O nosso corpo que se publicita quando anda por ai, mesmo que vestido, à vista de todos os que reparam nele de propósito ou não, não tem a privacidade desejada. Sendo algo ambulante, o corpo está a mercê não só das mãos, mas principalmente dos olhos que, geralmente se comportam de forma introspectiva e têm sempre o azar de pousar (mesmo que inadvertidamente) sobre aquelas criaturas vaidosas, pensando logo que se estão a ser engatados.

Eu sempre ouvi dizer que “os olhos também comem” e conheço colegas que fazem disto um hobby. Mas o problema é que não são nada discretos. Se calhar estou a pensar mal deles pois sabem o que querem e por isso são directos. Talvez eles tenham razão.

 

Bem pessoal! Escolham bem os momentos para apalpar e comer com os olhos!

Isso não é pecado mas sim predicado!

 

Fil

 

 

sinto-me: com vontade de apalpar
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De que cor é o canário?

   

Hoje amigos, resolvi escrever sobre um animal que eu tanto adoro que é o canário.

E porque? Perguntam Vossas Ex.ªs.

Porque fico indignado sempre que alguém fala do canário como sendo uma ave que só tem uma cor, o amarelo.

Porque será que as pessoas têm essa ideia? Será por causa do Tweety da Warner Bros?

 

Quem sabe!

Pois meus amigos, vou-vos desmistificar de uma vez por todas essas teimosias que existem nas vossas cabeças com a descrição da história destas aves.

 

                         

 

Apesar de certas correntes filosóficas ou morais considerarem uma indignidade a privação da liberdade a qualquer ser vivo, a humanidade, egoísta como todos sabemos, rejeita essas teorias e procura bem dispor-se criando em cativeiro as aves que, quer pela beleza da sua plumagem quer pela suavidade do seu canto, lhe deliciam a vista e os ouvidos.

E são precisamente nos países mais cultos e de mais requintada educação cívica aqueles onde maior desenvolvimento tem a criação do canário que, por sinal, é o favorito entre as aves canoras.

Veja-se a seguir a paixão por estas aves.

Na Alemanha, o amor pelo canário, na cidade de Brandeburgo existe unicamente para aves, um soberbo sanatório (hospital apropriado para doentes, neste caso, canários) e afamado cemitério, no qual há caprichosas sepulturas com sentidas inscrições tumulares. Nas Montanhas do Harz, os camponeses fazem da canaricultura uma indústria caseira, como nós da exploração das galinhas. Na Bélgica, Escócia, Catalunha, França e em vários países da América, existem inúmeras associações de canaricultores e concursos de canários.

Mas vamos lá ver. O canário não é só uma ave canora. Quem nunca ouviu falar da utilização do canário nas minas? Pela sua extrema sensibilidade às atmosferas viciadas por gases tóxicos, que revela abrindo o bico aflitivamente, perdendo a voz e asfixiando, o canário é utilizado para denunciar o perigo.

E a origem do canário?

Não se sabe lá muito bem qual é. Diz-se que talvez provenha duma espécie silvestre encontrada pelos Espanhóis nas ilhas Canárias (dai o seu nome) e também pelos Portugueses na Madeira, Açores e Cabo Verde.

Os primeiros canários que chegaram à Europa, por volta de 1417, foram pagos a preços fabulosos e a partir do séc. XVIII começou-se a criar estas aves em cativeiro.

Apesar da perseguição dos passarinhos, ainda hoje se encontram muitos canários selvagens nos Açores e na Madeira. Contudo, raro é o barco que não traz para a Metrolope algumas aves. Em 1909, no Haway, onde não existia canários, foi colocado à solta um casal. Passados 5 anos já existiam 1000 descendestes acabando depois por se tornarem uma praga para a agricultura. A mão do homem tem destas coisas!

Pensemos um bocadinho agora na morfologia desta ave. Na cores por exemplo. Existem amarelo-doirado, amarelo-palido, amarelo-vivo, avermelhado, laranja, cinzento, baio ou isabel, verde (o meu preferido) e branco. As aves de uma única cor apresentam no peito um tom pouco mais claro. Como vêem, existem muitas cores deste espécime.

E raças então não se fala. Desde o silvestre que ainda habita nas ilhas Canárias, Açores e Madeira. O comum amarelo, o comum branco, o Isabel, o comum de poupa, o canário do Harz ou canário flauta alemão, canário holandês (um canário elegante que proveio das fortes exportações da França para a Holanda, ficando com este nome), o canário belga, o canário frisado de Roubaix (francês), os ingleses Scots-Fancy, Yorkshire, Border-Fancy, Norwich, lagarto ou lizard (meu preferido e é a mais antiga raça de fantasia). Não vos vou falar das características destes mas como podem ver existe uma grande variedade de raças deste espécime.                                                                                  

            

 

O canário do Moçambique, abaixo na foto, com uma morfologia diferente dos de cima.

                     

 

Ah!

Já me esquecia do Arlequim, o canário português.

Sim, é verdade, temos uma raça que de esta a desenvolver no nosso país cujas características são: o castanho do dorso, que não toma a cor de fundo laranja, e os bastonetes negros, o branco, cinzento e bronze, estes animais possuem um total de 6 cores. Vejam a foto.

                            

 

Por isso meus amigos, espero que tenham ficado esclarecidos e desmistificados em relação à cor destes bichinhos.

Fil

 

sinto-me: esclarecedor
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Quinta-feira, 2 de Novembro de 2006

1 mês depois

Amanhã, faz um mês que o NetosCity foi lançado (criado no dia da feira da Ferreira, Ah pois é...).

Como Engenheiro Ideiota " (sempre quis ser engenheiro de alguma coisa ) deste projecto, pensei que uma semana, no máximo, ele já estivesse caído num desses recantos escuros da Internet. Mas não!!! Tudo graças à colaboração de todos (em especial do Fil e  FMartin que foram os que mais contribuíram com Posts e Comentários), uns com mais ou menos tempo livre, mas o mais importante é que vão por cá passando e deixando a sua opinião.

63 Post's , dá uma média de 2 Post's diários, o que é obra. Tanta coisa que anda ai por dizer...

Continuem...

 

Já agora...podem ver o registo de quem vai passando por aqui clicando em  na parte lateral direita . (Já por cá passaram pessoas de Portugal, Alemanha, Brasil e EUA!!!)

 

 

Edu

sinto-me:
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Quarta-feira, 1 de Novembro de 2006

Mais uma...!!! Teve que ser!

- 5 litros de tinto, daquele que marra;

- 3 litros de gasosa daquela meio radioactiva da auchan;

- 5 ou 6 maçãs das mais baratas;

- 2 ou 3 laranjas mais ou menos, mas também das mais baratas;

 - Açúcar a gosto do que encontrámos cá por casa;

Mistura-se tudo muito bem, divide-se por garrafas de água vazias e estamos prontos para mais um cortejo da festa das latas! Já nem me lembro por quantas vezes passei por isto, mas...no final o resultado é sempre o mesmo! Bebedeira certa!

Este ano, sai de casa com outra ideia. A sangria ate em estava muito forte, depois de dividida só tive direito a uma garrafa e como o caminho ainda era longo, podia ser que na batesse com muita força! Puro engano! O pessoal por aqui é muito solidário e acaba por se buer sempre mais um bocadito! Fomos de casa até aos arcos sempre a pé, o que demora mais ou menos...uns 45 minutos, sempre de garrafinha na mão e cada vez mais vazia. Assim o caminho até nem custa muito!

O pior foi para 2 caloiros que também participaram na romaria! Os dois puxavam um pequeno veículo gentilmente cedido pelo Hipermercado Continente (passo publicidade), ostentando no seu interior algum do combustível necessário (nada mais, nada menos que 17 packs de sumo de cevada), para a tarde de trabalho que se aproximava!

Chegados lá a cima, e já rijos como o aço, (nós e os caloiros), houve apenas que manter o ritmo e nunca parar! Porque, "parar é morrer", e neste caso é sinal de algo mais grave. Parar de beber ou pior ainda, que a bebida acabe!

Está calor e o pessoal precisa de se hidratar! E por falar de hidratar, confesso que pelo menos uma vez, ajudei a hidratar o muro lá da prisão…

 E mais não se pode escrever, até porque o assunto está em segredo de justiça e não se pode divulgar assim aos 4 ventos sob pena de toda a gente querer ir jantar ao mesmo restaurante e depois o homem não ter comida para todos!

Ah! No dia seguinte foi feriado! 1º de Novembro! Mas que bem que soube ficar em casa...

Ass: Shorty

 

sinto-me:

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